Henry Mintzberg, Jim Collins
Estratégia como prática emergente, não como plano. Disciplina como vetor de excelência sustentável.
Sou Isabel Trier Machado. Há três décadas trabalho com líderes, conselhos e organizações que escolheram crescer sem perder o que as torna inteiras.
A pessoa / Isabel Trier MachadoEstrategista de liderança, conferencista e mentora de executivos. Crio sistemas que organizam decisões — e ambientes em que pessoas conseguem entregar mais sem se desfazer.
Atendo conselhos, comitês executivos, fundadores e diretorias. Atuei em mais de 120 organizações no Brasil, da indústria pesada à fintech, do agro ao terceiro setor.
Diretora de gente em uma indústria familiar de 300 pessoas. Aprendi cedo que cultura não se decreta — se constrói com sistema.
Saí da carreira corporativa para trabalhar com fundadores. Em sete anos, atendi mais de 40 organizações em estratégia de pessoas e transição cultural.
Depois de uma década aplicando o que funcionava, sistematizei os quatro pilares — Clareza, Organização, Resultado, Expansão — em método replicável.
Publicado por uma editora independente. Esgotou três tiragens. Hoje é leitura recomendada em quatro programas de MBA executivo.
Lancei a primeira edição da imersão de campo de três dias. Cinco edições depois, virou o programa mais procurado do meu calendário.
Mentoro executivos e fundadores em ciclos longos. Conduzo o C.O.R.E. In-company em organizações de médio e grande porte. Apresento o podcast Expansão com Essência.
Não são valores de parede. São os três verbos que decidem como conduzo uma sessão, como devolvo um diagnóstico, como recuso um cliente. Quando esses três funcionam, o método entrega. Quando faltam, nenhum método funciona.
Carrego mestres, leituras e práticas. Estes são os pilares teóricos que sustentam o C.O.R.E.
Estratégia como prática emergente, não como plano. Disciplina como vetor de excelência sustentável.
Segurança psicológica e vulnerabilidade como base de times de alta performance.
Sentido como motor. Inteireza como condição. Liderança como serviço, não como palco.
Resultado como consequência de ritual. Execução como disciplina diária, não como evento.
Cultura como sistema de sinais. Segurança, vulnerabilidade e propósito compartilhado.
Escrevo todos os dias desde 2005. É onde penso, onde processo e onde o método continua nascendo.
Escolha o formato que faz sentido para o seu momento — ou me conte o contexto e eu indico o caminho.